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sábado, 21 de setembro de 2013

Melhores momentos das apresentações ;)

Não há nem o que dizer sobre o vídeo a seguir .... eu já assisti acho que umas 20 vezes :D
Eu estava mais do que "muito nervosa".
Mas graças à Deus, ocorreu tudo muito bem ;)

Fico feliz por tudo, por ter conseguido atingir mais esse objetivo (e ter concluído o curso), e é claro, aos que estão começando (Hashtag, Influence, Ponto e Vírgula, Kimera, Guepp)  desejo muito persistência, pois como diz uma certa musica aí  "...não acredito na sorte, acredito nas escolhas".


http://www.youtube.com/watch?v=XnXLiaI9NZ4



Abraços;
Renata Pardial

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Vídeo Institucional e Making Of da Agência Light e mais ...

Adorei fazer esses vídeos.

Os textos foram feitos por mim, Renata Pardial, a voz no institucional também é minha, mas nem de longe seriam verdadeiras essas informações, e também não ficaria bom se não fossem a Ana e a Thalita, afinal, somos uma agência e são nossas diferenças que nos ajudam a conquistar nossos objetivos !




Apresentação da Agência





Making Of




Então é isso, agora sim, posso dizer adeus !

Quando a gente entra na faculdade temos todas as melhores expectativas, fazemos planos para : durante o curso, e quando ele terminar...
Mas o que a gente não pode prever (e talvez essa seja a melhor parte) é que acontecem muitos altos e baixos, fazemos amigos e perdemos amigos na faculdade (ficam só os melhores), trocamos de emprego, ou para alguns, começamos em um, somos promovidos, enfim, depois de 8 semestres a pessoa muda sim, mas muda pra melhor, a gente não pode esperar ser a mesma pessoa pra sempre, porque senão, de que adiantariam os mestres que passaram a ser exemplos, de que adiantariam os erros deles, de que adiantaria toda essa informação, senão para alterar nosso conhecimento ?



Para encerrar, eu escolhi uma citação, está no último livro que eu li (Dezoito Luas) mas é de Winston Churchill.

Eu Renata Pardial, vou sentir saudades sim, não das dores de cabeça, nem da brigas, nem das noites em claro, mas de alguma coisa que ninguém sabe explicar, nem eu, nem quem já terminou o curso, eu prefiro pensar que "Não é o fim. Nem é o começo do fim. Mas talvez seja o fim do começo."


Obrigada :)







terça-feira, 4 de junho de 2013

Foto Produzida II

Finalmente ! :)


Depois dos atropelos da apresentação (a gente ensaia, ensaia, e o que um palco e 50 pessoas não fazem né ?), pois é, aqui estou eu novamente para falar do trabalho de História da Arte !

1º :  foi a matéria mais legal de todas, mas também .... li sei lá quantos livros sobre mitologia grega, romana, egípcia e chega no último semestre da faculdade e o que acontece ? Oba ! Falamos de mitologia !

Não é pra menos né ?

Mas vamos lá, vamos parar de falar da minhas preferências.
Vamos falar da Agência Light !


Como já foi postado aqui anteriormente, não é segredo pra ninguém quais eram os objetivos da atividade proposta para História da Arte (Interagir com as manifestações da sociedade, despertando o interesse pela arte através do tempo, e fazer uma reprodução de uma obra dos movimentos estudados).

A agência escolheu reproduzir uma obra da Tarsila do Amaral !

Qual movimento ela pertencia ?

Modernista, é claro. O movimento modernista surgiu em aproximadamente 1900 aqui no Brasil e exatamente no ano de 1922 houve a "semana da arte moderna" onde participaram : Anita Malfatti, Oswald Andrade, Mario Andrade, Del Picchia e Tarsila do Amaral !

Tarsila, viveu muito bem para os padrões da época. Foi filha de um fazendeiro. Estudou nas melhores escolas, e viajou muito para a França onde foi aluna dos melhores mestres. Além de linda, Tarsila se vestia com as roupas dos costureiros mais renomados da época. Em uma homenagem à Santos Dumont, ela usou uma capa vermelha e foi eternizada em seu "Auto – retrato 'Manteau Rouge', de 1923".


Obra “Auto – retrato 'Manteau Rouge', de 1923”.

Uma homenagem a Santos Dumont.

Foi essa obra que a Light escolheu !

Contamos para a produção e realização da foto : 
Cenário,  fotografia e  tratamento digital: Ademilson Bispo – Faculdade Anhanguera de Limeira. 
Maquiagem e modelo: Renata Pardial. 
Equipe de produção (Cabelo, figurino, assistência de fotografia): Ana Flávia Blumer e Thalita Salviatti. 
Foram necessários quase 40 cliques para conseguirmos escolher uma fotografia que mais se parecesse com a obra. 

O resultado foi ...






Fazer este trabalho  foi  também resgatar  lembranças  da  época  de escola  (5ª,  6ª  série)  quando  os  professores  de  artes  pediam  a  nós  para  desenharmos obras como: Abaporu, O Farol, A lua, entre outras obras extremamente conhecidas e “fáceis” de fazer. 
É irônico que naquela época pensávamos: Onde vamos usar isto? 
Pois então, depois de 10 anos, aqui estamos nós usando isto. 
Hoje  sabemos  que  toda  informação  é  importante! Tem  uma  frase  do  escritor Ray Bradbury que retrata perfeitamente isso: 

"Eu absolutamente exijo de você e de todos que eu conheço que estejam amplamente informados de todas as malditas áreas que existem; de cada religião e cada forma de arte, e não me diga que você não  tem  tempo! Há  tempo de  sobra. Você precisa de todas essas referências cruzadas. Você nunca sabe quando a sua cabeça vai usar esse combustível, este alimento, para seus propósitos."


Bom, é isso. Foi uma ótima experiência fazer este trabalho !












By Renata Pardial.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Foto Produzida

Olá Pessoal !

Estamos finalmente chegando a reta final do curso de Publicidade e Propaganda!
Este não foi o ano do TCC, mas me pareceu que a responsabilidade para a realização das atividades foi igual ou superior ao do TCC.
Mas estou completamente satisfeita com o resultado do nosso trabalho.

Para História da Arte a Agência Light teve que reproduzir uma obra...

Que obra a Light escolheu?


Nada mais, nada menos que o “Auto – retrato 'Manteau Rouge', de 1923”.Uma homenagem a Santos Dumont.


Sabem que obra é essa ?


Querem descobrir como ficou essa reprodução ?



Então aguardem a próxima postagem !!!



:)


domingo, 21 de abril de 2013

Mitologia Egípicia


No Egito Antigo, as pessoas seguiam uma religião politeísta, ou seja, acreditavam em vários deuses. Estas divindades possuíam algumas características (poderes) acima da capacidade humana. Poderiam, por exemplo, estar presente em vários locais ao mesmo tempo, assumir várias formas (até mesmo de animais) e interferir diretamente nos fenômenos da natureza. As cidades do Egito Antigo possuíam um deus protetor, que recebia oferendas e pedidos da população local.

Em resumo os Deuses egípcios são:

Rá -  Sol (principal deus da religião egípcia)
Toth - sabedoria, conhecimento, representante da Lua
Anúbis - os mortos e o submundo
Bastet - fertilidade, protetora das mulheres grávidas
Hathor - amor, alegria, dança, vinho, festas
Hórus - céu
Khnum - criatividade, controlador das águas do rio Nilo
Maet - justiça e equilíbrio
Ptah - obras feitas em pedra
Seth - tempestade, mal, desordem e violência
Sobek - paciência, astúcia
Osíris - vida após a morte, vegetação
Ísis - amor, magia
Tefnut - nuvem e umidade
Chu - ar seco, luz do sol
Geb - terra





Nun (as águas primordiais, a partir das quais todo o mundo foi engendrado; é a divindade ancestral) e Aton (o rei de todos os deuses, aquele que criou o universo. É o mesmo deus Rá que gerou Shu, o ar, e Tefnut, a umidade).








Amon – deus sol: o deus-carneiro de Tebas, rei dos deuses e patrono dos faraós. É o senhor dos templos de Luxor e Karnac. Tem por esposa Mut e por filho Khonsu. Seu culto data de 2000 a.C. Sob o nome de Amon-Rá é criador da ordem divina. Ele é o sol que dá vida ao país.Amon tornou-se um título monárquico, mesmo título quePtah e Rá.






Shu (deus do ar e da luz) e Tefnut (deusa da umidade e da graça): este casal constitui a sístole e a diástole universais e a atmosfera. Shu é apersonificação da atmosfera diurna que sustenta o céu. Tem a tarefa de trazer o deus Sol, seu pai, bem como o faraó à vida ao alvorecer. É a essência da condição seca, do gênero masculino, calor, luz e perfeição. É representado como o homem que segura Nut, a deusa do céu, para separá-la de Geb, o deus da Terra (seus filhos). Já Tefnut espera o sol libertar-se do oriente para recebê-lo. A deusa é irmã e mulher de Shu. É o símbolo das dádivas e da generosidade, também conhecida por afastar a fome. Este casal representa o “ritmo do universo”.


Get (a Terra) e Nut (o firmamento): Get é o suporte físico do mundo material, sempre deitado sob corpo da esposa. Ele é o responsável pela fertilidade e pelo sucesso nas colheitas, estimulando o mundo material dos indivíduos e lhes promovendo enterro no solo após a morte. Este deus umedece o corpo humano na terra e o sela para a eternidade. Nas pinturas é sempre representado com um ganso acima de sua fronte. Nut é deusa do céu que acolhe os mortos no seu reino. Com o seu corpo esbelto, ornamentado por estrelas, encarna a curvatura da abóbada celeste que se estende sobre o planeta. É como um carinhoso abraço da deusa do céu sobre Geb, o deus da Terra. Nut e Geb são pais de Osíris, Ísis, Seth, Néftis e Hathor. Osíris e Ísis já se amavam no ventre da mãe e a perversidade de Seth evidenciou-se, logo ao nascer,  rasgando o ventre materno. Note-se, agora, uma disparidade com o mito de criação grego:Gaia (Géia) é a personificação feminina do planeta, mantendo um relacionamento de passividade com Urano, o céu (masculino).


Osíris (o deus do julgamento, dos mortos, pai e senhor de todo o Egito): sua gênese consta nos relatos da criação do mundo, sua geração é a ultima a acontecer e não representa mais os elementos materiais (como o céu, a terra, etc.). Há um mito que narra a ressurreição da vida relacionada com a cheia do Nilo, que mantém relacionamento com este deus. Osíris é morto, destruído e ressuscitado, relembrando, assim, a morte e a vida da vegetação e de todos os seres. Desta maneira, ele é o deus dos mortos e da ressurreição, rei e juiz supremo do mundo dos mortos. Acredita-se que ele tenha sido o primeiro Faraó e que ensinou aos homens  a civilização e a agricultura ao entorno do rio sagrado. Pensa-se ainda que seu mito teria similaridade com a história de Cristo.

Ísis (deusa mãe, protetora do Egito): resultado da união do material e do espiritual, é a mais popular de todas as deusas egípcias, considerada a deusa da família, o modelo de esposa e mãe, invencível e protetora. Usa os poderes da magia para ajudar os necessitados. Ela criou o rio Nilo com as suas lágrimas. Reza a lenda que, após a morte de seu amado esposo, ela transforma-se em um milhafre para chorá-lo, reúne os seus despojos, empenhando em trazê-lo de volta à vida. De sua pura união com ele, concebe um filho, Hórus.  Perfeita esposa e mãe ela é um dos pilares da tessitura sócio-religiosa egípcia. Sua coroa memora um assento com espaldar (trono) que é o hieróglifo correspondente a seu nome. É importante dizer que o conceito da “imaculada concepção”  e de beleza exemplar advém de seu mito. Além de haver possível conexão entre o seu mito e o de Deméter (divindade grega).

Néftis (mãe terra e senhora dos mundos infernais): sempre acompanha Ísis no processo post mortem. Mesmo sendo esposa deSeth, ela permanece solidária à Ísis, ajudando-a a reunir os membros espalhados do esposo defunto da irmã, por quem era apaixonada, e também toma a forma de um milhafre para velá-lo. Como Ísis, ela protege os mortos e os sarcófagos. É ainda na acompanha a Mãe do Egito e o sol nascente,  defendendo-o contra a terrível deusa serpente Apófis.

Seth (deus da maldade e da guerra): foi considerado Senhor do Alto Egito durante o domínio dos Hicsos. Embora inicialmente fosse um deus de índole benfazeja, com o passar do tempo tornou-se a personificação do mal e da inveja. Era representado por um homem com a cabeça de Tífon, um animal imaginário formado por partes de diferentes seres, com a cabeça de um bode, orelhas grandes, como um burro. Associavam-no ao deserto aos trovões e às tempestades. A pugna entre Osíris e Seth é  a representação da terra fértil contra a aridez do deserto.  Tinha apreço por alguns crocodilos do Nilo que personificavam os defeitos humanos, assim como os nossos medos. Em suma, Seth é o par antitético de seu irmão Osíris.







segunda-feira, 8 de abril de 2013

As Sete Maravilhas do Mundo Antigo



A lista que conhecemos hoje foi compilada na Idade Média, quando muito dos locais já não existiam mais. Os gregos foram os primeiros povos a relacionar as sete maravilhas do mundo entre os anos 150 e 120 a.C.. Extraordinários monumentos e esculturas erguidos pela mão do homem, construídos na antiguidade fascinam por sua majestade, riqueza de detalhes e magnitude até hoje. A lista incluía:

Pirâmide de Quéops

Ao contrário do que muitos pensam é apenas a Pirâmide de Quéops (e não todas as três grandes Pirâmides de Gizé) que faz parte da lista original das Sete Maravilhas do Mundo. A Pirâmide de Quéops foi construída há mais de 4500 anos, por volta do ano 2550 a.C., e é também chamada de Grande Pirâmide de Gizé ou apenas Grande Pirâmide. Sua altura original era de 146,60 metros, mas atualmente é de 137,16 m, pois falta parte do seu topo e o revestimento, foi a maior construção feita pelo homem durante mais de quatro mil anos, sendo superada apenas no final do século XIX, com a construção da Torre Eiffel. Acredita-se ter sido construída para ser a tumba para o faraó Quéops; curioso é que a pirâmide de Quéops já era a mais antiga dentre todas as maravilhas do mundo antigo e é justamente a única que se mantém até hoje. A construção incluía uma avenida de esfinges além de cerca de 100 estátuas de Quéops, mas tudo isso foi levado por saqueadores.
Quéfren, filho de Quéops, ergueu a segunda pirâmide de Gizé em 2520 a.C. Em seu templo funerário, anexo a pirâmide, estão alguns do maiores blocos de pedra usados no Egito.
Miquerinos, neto de Quéops, construiu a menor das três pirâmides de Gizé. Ele planejava para ela uma cobertura de granito vermelho, rocha que só podia ser encontrada a 800 quilômetros de distancia. Mas o faraó morreu antes de completar seu objetivo.
Quéops aproveitou uma formação rochosa para erguer a célebre esfinge – um leão alado de 20 metros de altura, com cabeça humana, representando a majestade, do faraó.








Jardins suspensos da Babilônia



É talvez uma das maravilhas relatadas sobre que menos se sabe. Muito se especula sobre suas possíveis formas e dimensões, mas nenhuma descrição detalhada ou vestígio arqueológico foi encontrado, exceto um poço fora do comum que parece ter sido usado para bombear água. Também chamados de Jardins Suspensos de Semíramis, Os jardins, na verdade, eram seis montanhas artificiais feitas de tijolos de barro cozido, com terraços sobrepostos onde foram plantadas árvores e flores tropicais e alamedas de altas palmeiras. Dos jardins podiam-se ver as belezas da cidade abaixo. Calcula-se que estivessem apoiados em colunas cuja altura variava de 25 a 100 metros. Para se chegar aos terraços subia-se por uma escada de mármore; entre as folhagens havia mesas e fontes. Construídos pelo rei Nabucodonosor II, para agradar e consolar sua esposa preferida Amitis saudosa das montanhas do lugar onde nascera. Capital do império caldeu, a Babilônia, tornou-se a cidade mais rica do mundo antigo. Vivia do comércio e da navegação, buscando produtos na Arábia e na Índia e exportando lã, cevada e tecidos. Como não dispunham de pedras, os babilônios usavam em suas construções tijolos de barro cozido e azulejos esmaltados. No século V a.C., Heródoto dizia que a Babilônia "ultrapassava em esplendor qualquer cidade do mundo conhecido". Mas em 539 a.C. o império caldeu foi conquistado pelos persas e dois séculos mais tarde passou a ser dominado por Alexandre, o Grande, tornando-se parte da civilização helenística. Depois da morte de Alexandre (323 a.C.), a Babilônia deixou de ser a capital do império. Começou assim sua decadência. . Não se sabe quando foram destruídos. Suspeita-se que sua destruição tenha ocorrido na mesma época da destruição do palácio de Nabucodonosor, pois há boatos de que os jardins foram construídos sobre seu palácio. Sobre as ruínas da Babilônia ergueu-se, hoje, a cidade de Al-Hillah, a 160 quilômetros de Bagdá, a capital do Iraque.




Estátua de Zeus em Olímpia



A estátua de Zeus em Olímpia foi construída no século V a.C. por Fídias. Essa é considerada sua obra-prima. Os gregos amavam seu trabalho, pois diziam que ele revelava aos homens a imagem dos Deuses. Supõe-se que tenha levado cerca de oito anos para termina-la. Zeus (Júpiter, para os romanos) era o senhor do Olimpo, a morada das divindades. A estátua media de 12 a 15 metros de altura - o equivalente a um prédio de cinco andares - e era toda de marfim e ébano. Seus olhos eram pedras preciosas. Fídias esculpiu Zeus sentado num trono. Na mão direita levava a estatueta de Nice, deusa da Vitória; na esquerda, uma esfera sob a qual se debruçava uma águia. Supõe-se que, como em representações de outros artistas, o Zeus de Fídias também mostrasse o cenho franzido. A lenda dizia que quando Zeus franzia a fronte o Olimpo todo tremia. Quando a estátua foi construída, a rivalidade entre Atenas e Esparta pela hegemonia no Mediterrâneo e na Grécia continental mergulhou os gregos numa sucessão de guerras. Os combates, no entanto, não prejudicaram as realizações culturais e artísticas da época. Ao contrário, o século V a.C. ficou conhecido como o século de ouro na história grega devido ao extraordinário florescimento da arquitetura, escultura e outras artes.
Após 800 anos foi levada para Constantinopla (hoje Istambul),quando todo seu material precioso de ouro, marfim e pedras preciosas já tinham sido retirados e se acredita ter sido destruída em 462 d.C. por um terremoto.




Local onde se encontrava a estátua


Templo de Ártemis em Éfeso



O templo de Ártemis (ou templo de Diana) era localizado em Éfeso. Foi o maior templo do mundo antigo, e durante muito tempo o mais significativo feito da civilização grega e do helenismo, construído para a deusa grega Ártemis, da caça e dos animais selvagens. Foi construído no século VI a.C. no porto mais rico da Ásia Menor pelo arquiteto cretense Quersifrão e por seu filho, Metagenes. Era composto por 127 colunas de mármore, com 20 metros de altura cada uma. Duzentos anos mais tarde foi destruído por um grande incêndio, e reerguido por Alexandre III da Macedónia. Atualmente, apenas uma solitária coluna do templo se mantém, após sucessivos terremotos e saques.

O templo de Ártemis homenageava a deusa dos bosques, a Diana romana. Os colonizadores gregos encontraram os habitantes da Ásia Menor cultuando uma deusa que identificaram como Ártemis. Então construíram um pequeno templo que foi reconstruído e aumentado muitas vezes. Somente na quarta expansão o templo, que levou 120 anos para ser terminado, foi incluído na lista das sete maravilhas do mundo antigo. Foi destruído duas vezes: a primeira em 365 a.C. (na noite do nascimento de Alexandre) num incêndio causado por Heróstrato; a segunda no século III d.C. por um ataque dos godos. Restam algumas esculturas e objetos, expostos em Londres. 



Ruínas do Templo de Artêmis





Mausoléu de Halicarnasso



O mausoléu de Halicarnasso ou mausoléu de Mausolo foi uma tumba construída entre 353 e 350 a.C. em Halicarnasso para Mausolo, um rei provinciano do império persa, e Artemísia II de Cária, sua irmã e esposa. O termo mausoléu veio a ser usado genericamente para qualquer grande tumba.

Para construção do mausoléu Artemísia decidiu não poupar na edificação da tumba. Enviou mensageiros à Grécia para encontrar os artistas mais talentosos da época, incluindo Escopas, que supervisionara a reconstrução do templo de Artêmis em Éfeso. Outros escultores famosos como Briáxis, Leocarés e Timóteo juntaram-se, bem como centenas de outros artesãos.

A tumba foi erigida em uma colina tendo uma vista panorâmica da cidade. A estrutura ficava em um pátio fechado, em cujo centro estava uma plataforma com a tumba. Uma escada, ladeada por estátuas de leões de pedra, levava ao topo da plataforma. Ao longo da parede exterior desta ficavam muitas estátuas descrevendo deuses e deusas. Em cada canto, guerreiros de pedra cavalgando guardavam a tumba. No centro da plataforma estava a tumba propriamente dita. Feita principalmente de mármore, era um bloco quadrado de um terço da altura de 45 metros do mausoléu. No topo desta seção da tumba, trinta e seis colunas delgadas, nove por lado, erguiam-se por outro terço da altura. Ereta entre cada coluna estava outra estátua. Atrás das colunas estava um objeto resistente que carregava o peso do maciço telhado da tumba. O telhado, que englobava mais do terço final da altura, era uma pirâmide. De pé no topo ficava uma quadriga: quatro maciços cavalos puxando uma biga em que imagens de Mausolo e Artemísia passeiam.

Dentro ficavam as estátuas de Artemísia e Mausolo, além de trabalhos de Escopas, considerado um dos maiores escultores da Grécia do século IV. Algumas dessas esculturas, como uma estátua de 4,5 metros, provavelmente de Mausolo, encontram-se no Museu Britânico. O túmulo foi destruído, provavelmente por um terremoto, em algum momento entre os séculos XI e XV. As pedras que sobraram da destruição acabaram sendo aproveitadas na construção de edifícios locais.
Hoje, os fragmentos desse monumento são encontrados no Museu Britânico, em Londres, e em Bodrum, na Turquia. A palavra mausoléu é derivada de Mausolo.


                                                                                Mausoléu como encontra-se hoje


Colosso de Rodes

O Colosso de Rodes foi uma estátua de Hélio (deus do sol na Mitologia Grega) construída entre 292 a.C. e 280 a.C. pelo escultor Carés de Lindos. A estátua tinha trinta metros de altura, 70 toneladas e era feita de bronze. Cada pé estava apoiado em uma margem do canal que dava acesso ao porto, de modo que toda embarcação que chegasse à ilha grega de Rodes, no Egeu passaria obrigatoriamente sob as pernas da estátua de Hélio, protetor do lugar. Era toda de bronze e oca, começou a ser esculpida em 292 a.C. pelo escultor Carés, que a concluiu doze anos depois. Na mão direita da estátua havia um farol que orientava as embarcações à noite. Era uma estátua tão imponente que um homem de estatura normal não conseguiria abraçar seu polegar.
O povo de Rodes mandou construir o monumento para comemorar a retirada das tropas do rei macedónio Demétrio, que promovera um longo cerco à ilha na tentativa de conquistá-la. Demétrio era filho do general Antígono, que herdou de Alexandre, uma parte do império grego. O material utilizado na escultura foi obtido da fundição dos armamentos que os macedônios ali abandonaram.
A estátua ficou em pé por apenas 55 anos. Em 226 a.C. um terremoto atirou-a no fundo da baía de Rodes, Ptolomeu III se ofereceu para reconstruí-la, mas os habitantes da ilha recusaram por achar que haviam ofendido Hélios. E no fundo do mar ainda era tão impressionante que muitos viajaram para vê-la lá em baixo. No século VII, os árabes venderam os restos como sucata: para ter-se uma ideia do volume do material, foram necessários novecentos camelos para transportá-lo. A estátua, uma obra maravilhosa, levou Carés a suicidar-se logo após tê-la terminado, desgostoso com o pouco reconhecimento público.
Em 2008, a arqueóloga alemã Ursula Vedder contestou a localização do Colosso de Rodes, baseada na falta de evidências submersas de fragmentos da estátua na região do porto. A arqueóloga supôs que a estátua estivesse totalmente em terra firme, numa montanha situada sobre a histórica cidade de Rodes.







Farol de Alexandria

O farol de Alexandria era uma torre construída em 280 a.C. na ilha de Faros (hoje uma península, situada na baía da cidade egípcia de Alexandria e ligada por mar ao porto desta) para servir como um marco de entrada para o porto e posteriormente, como um farol. Era uma torre de mármore situada na ilha de Faros (por isso, "farol").
Considerada uma das maiores produções da técnica da Antiguidade, foi construído pelo arquiteto e engenheiro grego Sóstrato de Cnido a mando de Ptolomeu.
Com três estágios superpostos - o primeiro, quadrado; o segundo, octogonal; e o terceiro, cilíndrico -, dispunha de mecanismos que assinalavam a passagem do Sol, a direção dos ventos e as horas. Por uma rampa em espiral chegava-se ao topo, onde à noite ardia uma chama que, através de espelhos, iluminava até 50 km de distância para guiar os navegantes.
Diz à lenda que Sóstrato procurou um material resistente à água do mar e por isso a torre teria sido construída sobre gigantescos blocos de vidro. Mas não há nenhum indício disso.
À exceção das pirâmides de Gizé, foi a que mais tempo durou entre as outras maravilhas do mundo, sendo destruída por um terremoto em 1375. Suas ruínas foram encontradas em 1994 por mergulhadores, o que depois foi confirmado por imagens de satélite.






by Thalita Salviatti


sábado, 23 de março de 2013

Curiosidade !

Boa noite !

Há dois dias foi postado um assunto pra lá de bom aqui - mitologia grega e romana. Mas você sabe como a Roma surgiu ?



Bem, antigamente haviam muitos mitos, e um deles é de como a Roma foi fundada.

Conta a lenda que havia os irmãos gêmeos  Rômulo e Remo, eles foram abandonados em um cesto no Rio Tibre e encontrados por uma loba, que os amamentou. Quando eles cresceram, Rômulo matou seu irmão Remo e fundou Roma, isso era por volta de uns oito séculos antes de Cristo.




:)


A história da Roma pode ser lida no site Só História, lá tem fotos e muito mais !
Eu aconselho !




By. Renata Pardial.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Adicionando conteúdo, Adquirindo conhecimento ...


Dinossauros ainda caminham e voam  entre nós !!!



Não acredita ???


Veja só !

Segunda a revista "Science" os dinossauros ainda caminham e voam entre nós!  Nós os chamamos de pássaros!  A maioria dos paleontólogos acreditam que os pássaros descendem de um grupo de dinossauros alados, e que os dinossauros nunca estiveram completamente extintos. Novas descobertas no Canadá sugerem que as asas e penas nos dinossauros surgiram mais cedo do que se pensava, possibilitando atrair dinossauros do sexo oposto e proteger seus ovos.
Embora muitos detalhes da origem dos pássaros e os voos ainda sejam motivos de muito debate. Pesquisadores em geral concordam que os pássaros estão entre um grupo de dinos chamados “maniraptorans” algo do qual tinha penas e asas e provavelmente podiam voar.



Matéria completa pode ser lida no seguinte endereço :

quinta-feira, 21 de março de 2013

Mitologia Grega e Mitologia Romana


Loucamente apaixonada por livros e fascinada por ficção, tenho como um dos meus autores preferidos Rick Riordan, que escreve livros baseados em mitologias, e eu não poderia postar outro assunto que não fosse este. Por esse motivo escolhi a Mitologia Grega e Romana.
O que será postado aqui, não tem nem de longe um sexto de toda essa história, você certamente, precisará de muito tempo para estudar se quiser realmente entender toda essa confusão de nomes, origens, poderes e tudo mais. Mas não nego que é empolgante ler tudo isso, nos remete a imaginar como era na Grécia e Roma antiga, onde Gregos e Romanos não eram amigos, tinham deuses em comum só que com “personalidades” diferentes, mas um propósito, o de querer conseguir entender o quê ou quem originou o mundo!
Quem não fica com aquela formiguinha inquietante chamada curiosidade para descobrir de onde veio tudo isso?
Mas eu já disse antes… precisará de muito e muito tempo de estudo e dedicação para começar… é isso mesmo, eu disse COMEÇAR a entender. :)
Eu convoco Você a conhecer um pouco dessa incrível história de aventura e ficção.

MITOLOGIA GREGA E MITOLOGIA ROMANA

 Os gregos antigos enxergavam vida em quase tudo que os cercavam, e buscavam explicações para tudo. A imaginação fértil deste povo criou personagens e figuras mitológicas das mais diversas. Heróis, deuses, ninfas, titãs e centauros habitavam o mundo material, influenciando em suas vidas. Bastava ler os sinais da natureza, para conseguir atingir seus objetivos. A pitonisa, espécie de sacerdotisa, era uma importante personagem neste contexto. Os gregos a consultavam em seus oráculos para saber sobre as coisas que estavam acontecendo e também sobre o futuro. Quase sempre, a pitonisa buscava explicações mitológicas para tais acontecimentos. Agradar uma divindade era condição fundamental para atingir bons resultados na vida material.
Principais seres mitológicos da Grécia antiga eram:
Heróis ou semideuses: seres mortais, filhos de deuses com seres humanos.
Ninfas: seres femininos que habitavam os campos e bosques, levando alegria e felicidade.
Sátiros: figura com corpo de homem, chifres e patas de bode.
Centauros: Corpo formado por uma metade de homem e outra de cavalo.
Sereias: mulheres com metade do corpo de peixe atraíam os marinheiros com seus cantos atraentes.
Górgonas: mulheres, espécies de monstros, com cabelos de serpentes. Exemplo: Medusa (única com poder de petrificar com seu olhar, suas irmãs Esteno e Euríale não tinham essa maldição, porém das três, só Medusa era mortal).

Quimera: Mistura de leão e cabra que soltava fogo pelas ventas.
O Minotauro: tinha corpo de homem e cabeça de touro. Forte e feroz, habitava um labirinto na ilha de Creta. Alimentava-se de sete rapazes e sete moças gregas, que deveriam ser enviadas pelo rei Egeu ao Rei Minos.

DEUSES GREGOS

De acordo com os gregos, os deuses habitavam o topo do Monte Olimpo, principal montanha da Grécia Antiga. Deste local, comandavam o trabalho e as relações sociais e políticas dos seres humanos. Os deuses gregos eram imortais, porém possuíam características de seres humanos, como, ciúmes, inveja, traição e violência também eram características encontradas no Olimpo. Muitas vezes, apaixonavam-se por mortais e acabavam tendo filhos com estes. Desta união entre deuses e mortais surgiam os heróis/semideuses.

O MITO

Tudo se inicia com o Caos: o vazio primitivo e escuro que precede toda a existência. Dele, surge Gaia (a Terra), e outros seres divinos primordiais: Eros (atração amorosa), Tártaro (escuridão primeva) e Érebo. Sem intermédio masculino, Gaia deu à luz Urano, que então a fertilizou. Dessa união entre Gaia e Urano, nasceram primeiramente os Titãs: seis homens e seis mulheres (Oceano, Céos, Créos, Hiperião, Jápeto, Téia e Reia, Têmis, Mnemosine, Febe, Tétis e Cronos); e logo os Ciclopes de um só olho e os Hecatônquiros (ou Centimanos). Contudo, Urano, embora tenha gerado estas divindades poderosas, não as permitiu de sair do interior de Gaia e elas permaneceram obedientes ao pai.
Cronos, "o mais jovem, de pensamentos tortuosos e o mais terrível dos filhos", castrou o seu pai com uma foice produzida das entranhas da mãe Gaia e lançou seus genitais no mar, libertando, assim, todos os irmãos presos no interior da mãe. A situação final foi que Urano não procriou novamente, mas o esperma que caiu de seus genitais cortados produziu a deusa Afrodite, saída de uma espuma da água, ao mesmo tempo em que o sangue de sua ferida gerou as Ninfas Melíades, as Erínias e os Gigantes, quando atingiu a terra. Sem a interferência do pai, Cronos tornou-se o rei dos deuses com sua irmã e esposa Reia como cônjuge e os outros Titãs como sua corte.
Quando Cronos tomou o lugar de Urano, tornou-se tão perverso quanto o pai. Com sua irmã Reia, procriou os deuses (Héstia, Deméter, Hera, Hades, Poseidon e Zeus), mas logo os devorou enquanto nasciam pelo medo de que um deles o destronasse. Mas Zeus, o filho mais novo, com a ajuda da mãe, conseguiu escapar do destino e travou uma guerra contra seu progenitor, cujo vencedor ganharia o trono dos deuses. Ao final, com a força dos Cíclopes, a quem libertou do Tártaro, Zeus venceu e condenou Cronos e os outros Titãs na prisão do Tártaro, depois de obrigar o pai a vomitar seus irmãos. Para a mitologia clássica, depois dessa destituição dos Titãs, um novo panteão de deuses e deusas surgiu. Entre os principais deuses gregos estavam os olímpicos cuja limitação de seu número para doze parece ter sido uma idéia moderna, e não antiga que residiam no Olimpo abaixo dos olhos de Zeus.
Assim como na Mitologia Grega, os romanos também buscavam respostas em tudo, com isso para explicar o surgimento e a história de seu povo, surgiu à mitologia romana, nela as pessoas adoravam os deuses semelhantes aos deuses gregos, porém com nome diferentes.
Para os romanos, homens e deuses tinham que viver em harmonia.
Assim como na Mitologia Grega, os deuses romanos tinham características dos humanos, como alguns sentimentos e a aparência física.
Após calamidades causadas principalmente por guerras, a maioria da sociedade romana adotou uma atitude cética em relação aos deuses, por estes não terem lhes protegido, apesar dos rituais oferecidos.
Aproximadamente no século III A.C., a crença nos deuses foi dando espaço a religiões orientais com aspectos mitológicos, com características como envolvimento pessoal, ritos de iniciação e sacrifícios. Após alguns séculos, o Cristianismo tornou-se a religião do povo, sendo reconhecido apenas em 313 D.C.
Os deuses romanos surgiram a partir do século 2 a.C., os deuses gregos foram absorvidos pela mitologia romana e ganharam novos nomes.

ÁRVORE GENEALÓGICA

1º Geração: Representavam as mais primitivas e poderosas forças da natureza, como por exemplo, o relâmpago, e também todos os impulsos básicos da vida, como a morte e o inflexível destino.

2º Geração: Titãs que descendiam da 1ª transmitia ainda uma visão agitada e indomada da natureza. Havia já deuses de aparência semelhante à humana, mas predominavam divindades poderosas, monstruosas e aparentemente incontroláveis.
3ª Geração: "deuses olímpicos", os deuses adquiriram forma totalmente humana e o mundo assumiu, finalmente, o aspecto atual.



                      CAOS                      
         

                   
                  TÁRTARO                             



                  GAIA

  





 DEUSES

Nome grego
Nome romano
Características e Curiosidades
Zeus

Jupiter
É o rei dos deuses, soberano do Monte Olimpo e deus do céu e do trovão. Seus símbolos são o relâmpago, a águia, o touro e o carvalho e o cetro. Zeus frequentemente era mostrado pelos artistas gregos em uma de duas poses: ereto, inclinando-se para frente, com um raio em sua mão direita, erguida, ou sentado, em pose majestosa.
Zeus era filho de Cronos e Reia, o mais novo de seus irmãos. É conhecido por suas aventuras eróticas, que resultaram em muitos descendentes, entre deuses e herois, como Atena, Apolo e Artêmis, Hermes, Perséfone (com Deméter), Dioniso, Perseu, Hércules, Helena, Minos e as Musas (com Mnemósine). Com Hera teria tido Ares, Hebe e Hefesto.
Poseidon

Netuno
 É o deus dos mares, também conhecido como deus dos terremotos e dos cavalos pai de Pegásus com Medusa. Primeiro filho de Cronos e Réia e irmão mais velho de Zeus. Geralmente, Poseidon usava a água e os terremotos para exercer vingança, mas também podia apresentar um caráter cooperativo. Ele auxiliou bastante os gregos na Guerra de Tróia, mas levou anos se vingando de Odisseu, que havia ferido a cria de um de seus ciclopes.
Como Zeus, projetava seu poder e a sua masculinidade sobre as mulheres, tendo muitos filhos homens pois não podia ter filhas mulheres.
Considerando que as inúmeras aventuras amorosas de Poseidon foram todas frutíferas em descendentes, é de notar que, ao contrário dos descendentes de seu irmão Zeus, os filhos do deus dos mares, tal como os de seu irmão Hades, são todos maléficos e de temperamentos violentos. Alguns exemplos: de Teosa nasce o ciclope Polifemo; de Medusa nasce o gigante Crisaor e o cavalo alado, Pégaso; de Amimone nasce Náuplio; com Ifimedia, nascem os irmãos gigantes Oto e Efialtes (os Aloídas), que chegaram mesmo a declarar guerra aos deuses. Por sua vez, os filhos que teve com Halia cometeram tantas atrocidades que o pai teve de os enterrar para evitar-lhes maior castigo.
Casou ainda com Anfitrite, de quem nasceu o seu filho Tritão, o deus dos abismos oceânicos, que ajudou Jasão e os seus argonautas a recuperar o Velo de ouro.
Hades
Plutão
Hades é o deus do submundo e das riquezas dos mortos, ao contrário de seus irmãos Zeus e Posídon, que tiveram dezenas de filhos, Hades teve apenas uma filha, Macária, sendo poucas as tradições nas quais ele teve mais filhos.
O poder de Hades, Zeus e Poseidon era equivalente, os três eram os deuses mais poderosos que existiam. Hades era um deus de poucas palavras e seu nome inspirava tanto medo que as pessoas procuravam não o pronunciar.
Seu nome significa, em grego, o Invisível, e era geralmente representado com o elmo mágico que lhe dava essa habilidade, que ele ganhou dos ciclopes quando participou da titanomaquia contra os titãs. No fim da luta contra os titãs, vencidos os adversários, Zeus, Posídon e Hades partilharam entre si o universo, Zeus ficou com o céu, e a terra, Posídon ficou com os mares e Hades tornou-se o deus do inferno e das riquezas.
Era também conhecido como o Hospitaleiro, pois sempre havia lugar para mais uma alma no seu reino. Ao contrário do que algumas pessoas pensam, Hades não é o deus da morte, mas sim do pós-morte. Apenas Ares e Cronos estão relacionados com a prática da morte. Assim, Hades não é inimigo da humanidade, como o são Ares e Cronos. O deus raramente deixava seu mundo e não se envolvia em assuntos terrestres ou olímpicos. Deixou o seu reino apenas duas vezes; uma para raptar Perséfone, a quem tomou como esposa e outra para curar-se, no Olimpo, de uma ferida provocada por Héracles.
Ares
Marte
Ares é filho de Zeus (o soberano dos deuses) e Hera. Embora muitas vezes tratado como o deus olimpico da guerra, ele é mais exatamente o deus da guerra selvagem, ou sede de sangue, ou matança personificada. Não era querido entre os outros Deuses, pois ele sempre foi violento e sanguinário. Embora também a meia irmã de Ares, Atena era uma deidade da guerra, a posição de Atena era de guerra estratégica enquanto Ares tendeu a ser a violência imprevisível da guerra. Os dois irmãos tinham uma rixa, que acabou culminando no frente-a-frente de ambos, junto das muralhas de Tróia, cada um dos quais defendendo um dos exércitos. Marte, protetor dos troianos, acabou derrotado.
Ares, apesar de bárbaro e cruel, tinha o amor da deusa Afrodite, e com ela teve um filhos. Na verdade tratava-se de uma relação adúltera, uma vez que a deusa era esposa de Hefesto, que arranjou um estratagema para descobri-los e prender numa rede enquanto estavam juntos na cama.
Em Esparta havia uma estátua do deus acorrentado, para mostrar que o espírito de guerra e vitória nunca deveria deixar a cidade.
Atena
Minerva
É a deusa grega da sabedoria, do ofício, da inteligência e da guerra justa. Frequentemente é associada a um escudo de guerra, à coruja da sabedoria ou à oliveira. Zeus apaixonou-se por Métis, tendo sido ela sua primeira esposa. Contudo, foi advertido por sua avó Gaia de que Métis lhe daria um filho e que este o destronaria, assim como ele destronou Cronos e, este, Urano. Amedrontado, Zeus resolveu engolir Métis. Para tanto, utilizou-se de um fabuloso ardil. Convenceu sua esposa a participar de uma brincadeira divina, na qual cada um deveria se transformar em um animal diferente. Métis, desta vez, não foi prudente, e se transformou numa mosca. Zeus aproveitou a oportunidade e a engoliu. Todavia, Métis já estava grávida de Atena, e continuou a gestação na cabeça de Zeus, aproveitando o tempo ocioso para tecer as roupas da sua vindoura filha.
Um dia, durante uma guerra, Zeus sentiu uma forte dor de cabeça, e Hefesto, o deus ferreiro e do fogo, lhe deu uma machadada na cabeça, de onde Atena saiu já adulta com elmo, armadura e escudo - este coberto com a pele de Amaltéia. Atena ensinou aos homens praticamente todas as atividades, como pesca, uso de arco-e-flecha, costurar (algo que ela fazia como ninguém), dançar, e, como havia saído da mente de Zeus, sua marca é a inteligência. Atena também é muitas vezes vista segurando em uma das mãos uma pequena imagem de Niké, a deusa da vitória.
Quando Atena e Poseidon disputavam o padroado de uma cidade importante, estabeleceram um concurso: quem desse o melhor presente ao povo da cidade venceria. Poseidon criou o cavalo, de grande utilidade e muito importante. Atena deu uma oliveira que produzia alimentos, óleo e madeira. Atena sagrou-se vencedora e a cidade recebeu o nome de Atenas. Atena desempenhou um papel importante no poema épico de Homero, a Ilíada e a Odisséia. Teve participação no julgamento de Páris, sendo uma das deusas rejeitadas, apoiou os gregos na Guerra de Tróia e atuou como padroeira de Odisseu durante toda a sua longa jornada.
Apolo
Febo


Considerado o deus do sol e da luz, irmão gémeo de Artemis, filho de Zeus e Leto da estirpe dos Titãs. Segundo a lenda, os dois nasceram na ilha de Delos, outro dos lugares importantes de seu culto, onde Leto se havia refugiado, perseguida pelo implacável ciúme de Hera, esposa de Zeus.
Apolo, com um ano de idade e armado de arco e flechas, perseguiu a serpente Píton, também inimiga de sua mãe, até o lugar sagrado de Delfos, e ali a matou.
Por isso, suas inovações eram múltiplas e variadas. Além de ser por excelência o deus dos oráculos e fundador de importantes cidades, sua proteção - e sua temível ira - abarcava desde a agricultura e o gado até a juventude e seus exercícios de ginástica, assim como os marinheiros e navegantes. Tinha poder sobre a morte, tanto para enviá-la como para afastá-la, e Asclépio (o Esculápio Romano), o deus da medicina, era seu filho. Considerado também o "Condutor das Musas", tornou-se deus da música por ter vencido o deus Pã em um torneio musical. Seu instrumento era a lira.
O culto de Apolo também teve grande amplitude em Roma. As numerosas representações que dele fizeram artistas de todos os tempos, tanto na antiguidade Greco-Romana como nos períodos Renascentista e Barroco, mostraram-no como um deus de beleza perfeita, símbolo da harmonia entre corpo e espírito.
Ártemis
Diana
Na Grécia, Ártemis era uma deusa ligada inicialmente à vida selvagem e à caça. Durante os períodos Arcaico e Clássico, era considerada filha de Zeus e de Leto, irmã gêmea de Apolo; mais tarde, associou-se também à luz da lua e à magia. Em Roma, Diana tomava o lugar de Ártemis, frequentemente confundida com Selene ou Hécate, também deusas lunares.
Leto teve Artemis primeiro e esta revelou os seus dotes de deusa dos nascimentos auxiliando no parto do seu irmão gêmeo, Apolo. Também é conhecida como Cíntia, devido ao seu local de nascimento, o monte Cinto.
Deusa da caça e da serena luz, Ártemis é a mais pura e casta das deusas e, como tal, foi ao longo dos tempos uma fonte inesgotável da inspiração dos artistas. Zeus, seu pai, presenteou-a com arco e flechas de prata, além de uma lira do mesmo material (seu irmão Apolo ganhou os mesmos presentes, só que de ouro). Todos eram obra de Hefesto, o Deus do fogo e das forjas, que era um dos muitos filhos de Zeus, portanto também irmão de Ártemis. Zeus também lhe deu uma corte de Ninfas, e fê-la rainha dos bosques. Como a luz prateada da lua, percorre todos os recantos dos prados, montes e vales, sendo representada como uma infatigável caçadora.

Afrodite
Vênus
Afrodite, a mais bela e sedutora das deusas, casou-se com Hefesto, o deus do fogo. Vivia nos jardins do Olimpo, cercada pelos arbustos de murtas já florescidos, com suas flores brancas (ou levemente rosadas) a contrastar com o verde-escuro de suas folhas que, quando esmagadas, exalavam um perfume suave e agradável.
A deusa Afrodite sempre amara a alegria e o glamour.  Foi infiel ao seu esposo e se envolveu com muitos deuses e mortais. Traiu Hefesto, sobretudo com Ares, divindade da guerra, com quem teve, entre outros filhos, Eros (deus da paixão e do amor), Anteros (deus da ordem), Fobos, Deimos (personificações do medo e do pânico)e Harmonia (deusa). Teve também filhos de pais diferentes, todos frutos de suas traições: Hermafrodito (deus que representa os dois sexos), Príapo (deus da fertilidade), Eneias (guerreiro troiano favorecido pelos deuses), Himineu (deus do casamento) e Adônis (jovem muito lindo que tornou-se o símbolo da vegetação que morre no inverno e renasce na primavera).
Afrodite foi consagrada a deusa do amor. Era também símbolo do erotismo, da fertilidade e da beleza corporal. O poder sedutor desta deusa concentrava-se em um cinturão que a tornava irresistível aos olhos de homens e deuses. Foi este mesmo cinturão que um dia a deusa Hera pedira à deusa do amor emprestado para encantar Zeus durante a Guerra de Troia, favorecendo os gregos.
O nome Afrodite significa “Espuma do Mar”, pois, segundo Hesíodo, ela era a filha da espuma dos órgãos genitais de Urano que foram lançados ao mar por Cronos, o deus do Tempo. Já, segundo Homero, Afrodite era filha de Zeus e Dione (deusa das ninfas e também filha de Urano).
Perséfone era sua principal rival, tanto pela disputa por Adônis quanto no que dizia respeito a quem era a mais bela do Olimpo. Afrodite não admitia que nenhuma outra mulher se comparasse a ela no quesito beleza, punindo (somente as mortais) as se atrevessem a comparar a beleza que possuíam com a sua. Exemplos disso foram Psiquê (esposa de Eros) e Andrômeda, severamente castigadas pela vaidosa deusa.
Hera
Juno
Na mitologia grega Hera é a deusa da família e do ciúme, equivalente a Juno, na Mitologia romana, irmã e esposa de Zeus, deusa dos deuses, que rege o casamento. Retratado como majestosa e solene, muitas vezes coroada com os polos.
Retratada como ciumenta e agressiva, odiava e perseguia as amantes de Zeus e os filhos de tais relacionamentos. Um deles foi Hércules, filho de Zeus com a mortal Alcmena. A este declarou guerra desde seu nascimento. Com uma tentativa frustrada de matá-lo quando era apenas um bebê, Hera o submete a Eurigáster, que o envolve em muitas aventuras perigosas que ficaram conhecidas como "doze trabalhos".
O único filho de Zeus que ela não odiava, antes gostava, era Hermes e sua mãe Maia, porque ficou surpresa com a sua inteligência. Hera era muito vaidosa e sempre quis ser mais bonita que Afrodite, sua maior inimiga.
Irmã e esposa de Zeus, a mais excelsa das deusas, é representada na Ilíada como orgulhosa, obstinada, ciumenta e rixosa. Na guerra de Tróia por ódio dos troianos, devido ao julgamento de Páris, ajudou os gregos.
Hera e Zeus tinham 4 filhos, Lucina (Ilítia), deusa dos partos e gestantes, Juventa (Hebe), deusa da juventude, Marte (Ares), deus da guerra e Vulcano (Hefesto), o artista celestial, que era coxo.
Hefesto
Vulcano
Hefesto ou Hefaísto era um deus da mitologia grega, filho de Hera e Zeus, conhecido como Vulcano na mitologia romana. Foi lançado aos mares devido à vergonha de sua mãe pela sua disformidade, foi, porém, recolhido por Tetis e Eurínome, filhas do Oceanus.Era a divindade do fogo, dos metais e da metalurgia, conhecido como o ferreiro divino. Hefesto foi responsável, entre outras obras, pela égide, escudo usado por Zeus em sua batalha contra os titãs. Construiu para si um magnífico e brilhante palácio de bronze, equipado com muitos servos mecânicos. De suas forjas saiu Pandora, primeira mulher mortal.
Este deus, o mais feio de todos casou-se com Afrodite , porém ela lhe foi infiel, tendo vários amantes dentre eles deuses e mortais. O seu principal rival era Ares (chamado de Marte em Roma), deus da guerra.
Em certa altura, Hefesto preparou uma rede com que armadilhou a cama onde Afrodite e Ares mantinham uma relação adúltera. Deste modo o deus ferreiro conseguiu demonstrar a infidelidade da sua esposa, que, no entanto foi perdoada por Zeus.
Hefesto forjou armas especiais para Eneias, filho de Afrodite de Anquises de Troia e para Aquiles quando este havia emprestado para Pátroclo,que por sua vez a perdeu para Heitor.

Hermes
Mercúrio
Na mitologia grega, Hermes era o deus correspondente ao Mercúrio romano, e também era mensageiro ou intérprete da vontade dos deuses, (daí o termo hermenêutico). Era um dos 12 deuses do Olimpo. Filho de Zeus e de Maia nasceu na Arcádia, revelando logo extraordinária inteligência.Conseguiu livrar-se das fraldas e foi à Tessália, onde roubou parte do rebanho guardado por seu irmão Apolo, escondendo o gado em uma caverna. A seguir voltou para o berço, como se nada tivesse acontecido. Quando Apolo descobriu o roubo, conduziu Hermes diante de Zeus, que o obrigou a devolver os animais. Apolo, no entanto, encantou-se com o som da lira que Hermes inventara e ofereceu em troca o gado e o caduceu. Mais tarde, Hermes inventou a siringe (flauta de Pã), em troca de que Apolo lhe concedeu o dom da adivinhação.
Foi famoso também por ser o único filho que Zeus tivera que não era filho de Hera, que ela gostou, pois ficou impressionada pela sua inteligência.
Hermes era quem guiava as almas dos heróis ou pessoas importantes até o rio Estige, lugar que ligava o reino dos vivos com o reino dos mortos. Também considerado deus da eloqüência e patrono dos esportistas, é representado como um jovem de belo rosto, normalmente nu, vestido com túnica curta. Na cabeça tem um capacete com asas, calça sandálias aladas e traz na mão seu principal símbolo, o caduceu.
Héstia
Vesta
Filha de Zeus e Cibele, deusa dos laços familiares. Velava pelas lareiras. Em seu tempo, ardia constantemente um fogo sagrado sob a guarda de seis sacerdotisas virgens. Caso o fogo se extinguisse  as vestais eram punidas com severidade. O fogo era aceso de novo por meio dos raios de sol.A deusa era cortejada por deuses como Poseidon e Apolo, porém havia jurado manter sua virgindade perante Zeus, que lhe deu a honra de ser venerada em todos os lares e ser incluída em todos os sacrifícios.
Embora Héstia fosse bastante respeitada por todos, sua imagem não gerou muitas expressões artísticas, talvez pela sua serenidade. Sua imagem era representada como uma mulher jovem, com uma larga túnica e um véu sobre a cabeça e sobre os ombros.